sexta-feira, 2 de junho de 2017

Premiado por “Xuntos no Camiño Inglés...”

Carmen Vázquez Nolasco recebeu a premiação: diploma e HD externo

Extremamente grato pelo reconhecimento, fui muito bem representado por minha irmã santiaguense Carmen Vázquez Nolasco na premiação do II Certame Internacional de Investigación do Camiño Inglés.
Com o artigo “Xuntos no Camiño Inglés, desde Londres...”, sobre a peregrinação realizada em 2016 pelo Caminho Inglês junto com minha amada Sandra, conquistei o segundo prêmio na modalidade Peregrinos e fui contemplado com um HD externo, além do diploma de participação.
O evento festivo, que reuniu peregrinos e a comunidade cultural do Concello de Oroso, aconteceu na noite desta sexta-feira, 2, no Centro Cultural Fernando de Casas e Novoa, em Sigüeiro, Oroso, A Coruña, Galícia. Gostaria muito de ter estar presente fisicamente.
Muito obrigado, Carmen. Logo nos veremos. Buen Camino!

#pedrasdocaminho

De noooovo?!?!?!

Bula do Papa Julius II, de 23 de setembro de 1512: Ano Jubilar no Caminho Lebaniego

Não é de hoje que ouço a frase, curta e em tom de espanto, toda vez que alguém me pergunta, ou se não me pergunta eu revelo que estou indo para a Espanha peregrinar o Caminho de Santiago de Compostela. Não costumo me aborrecer com tal manifestação, ainda que a incredulidade possa ser interpretada sob diferentes ângulos, que não os relaciono, deixando ao sabor da criatividade de cada um. Prefiro, aliás, o mais singelo, o sincero desconhecimento de meu interlocutor sobre a dimensão do universo jacobeo. Assim tenho a chance de discorrer sobre a famosa rota de peregrinação cristã, desde a descoberta do sepulcro do Apóstolo Tiago Maior, no primeiro terço do século IX, que fomentou os inúmeros itinerários de diferentes pontos da Europa, notadamente da própria Espanha, Portugal e França.
Desta vez, contudo, enfrentar o questionamento é ainda mais complexo, pois, efetivamente, neste mês de junho peregrinarei o Caminho Lebaniego, que não é exatamente um Caminho a Santiago de Compostela...
O queeee?!?!?!
A resposta é outra grande oportunidade, pois diante do aparente interesse passo a relatar o pouco daquilo que nada sei sobre o que alguns historiadores convencionaram chamar de rota tangencial do Caminho de Santiago.
Capturei este conceito quando escrevia “Busca sem fim”, o terceiro livro da trilogia Pedras do Caminho, que trata de minha peregrinação pelo Caminho Aragonês a Santiago de Compostela. Sem ter a plena noção que estava adotando uma rota tangencial, logo após Jaca deixei o itinerário tradicional para alcançar Atarés e chegar ao Monastério de San Juan de la Peña. O lugar é mágico e sua tradição afirma que abrigou o Santo Graal e as relíquias de São Indalécio, discípulo de Santiago e um dos Sete Varões Apostólicos...
Este é o trecho de “Busca sem fim”, no qual o conceito é explicado pelo escritor espanhol Bizén d’o Rio Martínez. Escreveu ele, numa tradução livre:
“A crença na eficácia da intercessão dos santos para o perdão dos pecados foi algo generalizado que se arraigou lentamente, fazendo que, imperceptivelmente, à peregrinação com um objetivo específico, ou seja, Santiago de Compostela, fosse adicionada uma rota tangencial, que levava o peregrino a visitar, às vezes por devoção e outras por obrigação, como no caso dos prisioneiros, um famoso monastério ou santuário, buscando a distância e a dificuldade de acesso...”.
O Caminho Lebaniego leva o peregrino ao Monastério de Santo Toríbio de Liébana, na Cantábria, onde repousam, além das relíquias do então bispo de Astorga, Santo Toríbio (402 - 460), a Lignum crucis, o maior pedaço da cruz de Jesus Cristo, que Toríbio trouxe de Jerusalém. Não bastassem estas motivações, desde 16 de abril passado o Caminho Lebaniego comemora seu Ano Jubilar. O privilégio foi concedido em 23 de setembro de 1512 pelo Papa Julius II (nº 216 da Igreja Católica, de 1503 a 1513), que, por meio de uma bula (leia o texto na íntegra ao final), estabeleceu que todo ano em que o Dia de Santo Toríbio cai em domingo é Ano Santo, quando é aberta a Porta Santa, a Porta do Perdão. Este ano, por conta das comemorações da Páscoa, a abertura da Porta aconteceu no domingo seguinte, 23. A passagem por ela e a obediência a um minucioso ritual garantem indulgência plenária ao peregrino, que no Lebaniego também é chamado cruceño ou cruzeiro.
A rota ao Monastério de Santo Toríbio de Liébana pode ser realizada a partir de dois famosos Caminhos de Santiago. O peregrino do Caminho do Norte, que cruza a Espanha pelo litoral, pode adotar o desvio a partir de San Vicente de la Barquera. Afastando-se do litoral, serão cerca de 75 quilômetros pela Cordilheira Cantábrica, com belas paisagem e uma vista estupenda dos Picos de Europa. Já o peregrino do Caminho Francês, o mais famoso dos itinerários que levam a Compostela, deve utilizar o desvio em Mansilla de las Mulas, seguindo aquele que é denominado Caminho Vadiniense, com cerca de 153 quilômetros até o Monastério.
Naturamente, é possível somar essas duas rotas tangenciais e atravessar do Caminho do Norte para o Francês e vice-versa, venerar a “Lignum crucis”, e continuar a peregrinação a Santiago de Compostela. Este não será o meu caso. Estou programado para peregrinar tão somente o Caminho Lebaniego – o que não considero pouco.
Ooooutro livro?!?!?!
Quem sabe! Creio que sim. Minha busca pelos mistérios do Caminho de Santiago é permanente. Quanto mais encontro respostas mais indagações surgem, o que cristaliza em mim a máxima socrática de que o que sei é que nada sei. Desde a primeira peregrinação a Compostela, em 2009, pelo Caminho Francês, persigo a história do Caminho de Santiago, que compartilho por meio de livros. O fruto de uma série de peregrinações está detalhado em sete livros, sendo o último deles, “Juntos no Caminho de Santiago, as pedras do Caminho Inglês”, lançado em abril num encontro memorável na Igreja Anglicana de Santos.
Sobre as questões que guardo comigo espero refletir com profundidade nos dias em que peregrinarei o Caminho Lebaniego. Este é o meu foco, nesses dias que antecedem meu retorno à Península Ibérica. Daquilo que semear e colher espero ter o discernimento necessário para compartilhar com alegria, colaborando para fomentar ainda mais a mística sobre o Caminho de Santiago.
Sete vezes estive em Compostela e em duas delas não cheguei caminhando. A primeira foi em 2012, quando para lá me dirigi após peregrinar o Caminho Aragonês. Realizei apenas o trecho de 180 quilômetros, de Somport a Puente la Reina, onde a tradição anuncia que o Aragonês se encontra com o Caminho Francês. Um encontro que na verdade acontece um pouco antes, em Obanos... De Puente la Reina peguei um ônibus a Pamplona e de lá o trem que me levou a Compostela. Relato essa experiência em “Busca sem fim”.
A outra vez foi em 2014, ao resgatar a célebre peregrinação de Francisco, no século XIII, quando, em companhia de minha esposa Sandra, percorremos o trajeto de Assis a Compostela. Na ocasião, comemoramos os 800 anos do feito de Francisco e os 30 anos de nossa união. Atravessamos esses 2.500 quilômetros de ônibus, trem e carro. E foi de carro que chegamos à Plaza do Obradoiro. “Passos do Amor”, da série Descobrindo Novos Caminhos, relata os detalhes da peregrinação do poverello e de nossa viagem.
Nas outras cinco vezes fui caminhando a Compostela e posso assegurar que é emocionante chegar exausto à Plaza do Obradoiro e ajoelhar-se aos pés da magnífica Catedral, onde na cripta repousam as relíquias do Apóstolo Tiago Maior. Os dias peregrinando são verdadeiramente os grandes momentos em que o peregrino se depara consigo e festeja o seu reencontro. É no Caminho que se proliferam os questionamentos, as dúvidas e muitas vezes se encontram as respostas, capazes de gerar novas e consequentes dúvidas. Contudo, nada se compara ao fim, ao instante fatal, ao enfrentar-se a metáfora da morte. Sucumbir e viver na plenitude o instante da transformação, extasiado com a energia do Campo Santo e podendo compartilhar este renascimento com outros peregrinos.
Estou chegando. Santiago, Passa à Frente!
Buen Camino!

Esta é a íntegra da bula do Papa Julius II:
Julio, Obispo, Siervo de los siervos de Dios, a los amados hijos abades de los monasterios de San Facundo y de San Salvador de Onís, de la diócesis de León y Burgos y de San Vicente de Oviedo, salud y apostólica bendición.
Hemos recibido la querella de los amados hijos prior y comunidad del Monasterio acostumbrado a gobernarse por el prior de Santo Toribio de Liébana, de la Orden de San Benito, de la diócesis de León, en que se contiene que es lícito por indulto de la autoridad apostólica al prior y a la comunidad y al Monasterio predichos que todos y cada uno de los fieles de ambos sexos que visitaren devotamente la iglesia de dicho Monasterio en que descansa el cuerpo del mismo Santo Toribio, en otro tiempo Obispo de Astorga, y donde se guardan una gran parte de la Cruz del Señor que allí resplandece con continuos milagros, en la fiesta del predicho Santo Toribio, y cuando cae en domingo en los siete días inmediatamente siguientes  a la fiesta, puedan ganar indulgencia plenaria y remisión de todos sus pecados, de que estuvieren contritos de corazón y confesados; y que los predichos prior y comunidad estuvieron en pacífica posesión de estas facultades desde tiempo inmemorial más allá de cuyo principio no hay memoria entre los hombres.  Sin embargo de esto Juan Sánchez (Saneii), Pedro González (Gundisalvi) y Alfonso Martínez (Marini) y algunos otros clérigos, aún constituidos en dignidad eclesiástica, y religiosos y seglares de las ciudades y diócesis de León, Astorga y Burgos, pretendiendo falsamente que el predicho indulto no se extiende a los siete días inmediatos siguientes a dicha fiesta, han tratado de impedir contra justicia que el prior y comunidad puedan usar y gozar este indulto; y sobre esto han intentado inferir y de hecho han inferido e infieren ciertas graves molestias, perjuicios, impedimentos, inquietudes y perturbaciones con daño de sus almas y perjuicio y gravamen no escaso de los mismos prior y comunidad. Por lo cual de parte de los mismos prior y comunidad humildemente se nos ha suplicado que juzguemos y declaremos que conforme a lo contenido y a tenor de este indulto los dichos fieles cristianos que visitaren dicha iglesia en la fiesta de Santo Toribio y cuando esta fiesta ocurriere en domingo tanto la fiesta como los siguientes siete días inmediatos, en la forma dicha, puedan ganar indulgencia plenaria en remisión de todos sus pecados; y que los dichos clérigos y laicos que se oponen, sean obligados y compelidos a desistir de estos impedimentos, perturbaciones, gocen de este indulto, y que nos dignásemos proveer lo oportuno en benignidad apostólica. Por esto mandamos a vuestra discreción por letras apostólicas que llamados los que hubieren  de llamarse y oídos, juzguéis lo que fuere justo en apelación remota, haciendo que lo que decretareis se observe firmemente por censura eclesiástica. Y a los testigos que se nombraren, si por gracia o por oído o temor evadiesen el cumplimiento de su deber, compeledlos con censura semejante, cesando la apelación, a dar testimonio de la verdad. Y si no pudiereis intervenir todos en estas ejecuciones, intervengan dos o uno de vosotros.

Dado en Roma, junto a San Pedro, año de la Encarnación del Señor, mil quinientos doce, día nono de las calendas de octubre (23 de septiembre), de nuestro Pontificado año nono.

www.facebook.com/CebolaFerraz
#pedrasdocaminho

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Premiado no II Certamen de Trabajos de Investigación del Camino Inglés!

Muito feliz por ter sido premiado no "II Certamen de Trabajos de Investigación del Camino Inglés", com artigo que relata a peregrinação feita pelo Caminho Inglês em 2016. O texto enviado ao concurso, com muitos mais detalhes e ilustrado com belas fotos coloridas resultou no livro "Juntos no Caminho de Santiago, as pedras do Caminho Inglês", recentemente lançado na Igreja Anglicana de Santos.
Muito obrigado a todos que de alguma forma estiveram comigo e minha amada Sandra na peregrinação pelo Caminho Inglês. Agradecimento especial ao jornalista Cristobal Ramirez, de A Voz da Galícia, pelo grande incentivo, e também, afinal, ao “dr. Google” – que facilitou a tradução do texto original em português para o galego, uma das exigências da organização.
Abaixo, o e-mail recebido da organização II Certamen, promovido pelo Concello de Oroso, na Galícia:

"Estimado Luiz Carlos Ferraz;
Me es grato comunicarle que el jurado del II Certamen de Trabajos de Investigación del Camino Inglés, reunido el día 19 de mayo, falló otorgarle el Segundo Premio en la modalidad de Peregrinos.
La entrega de los premios se llevará a cabo el próximo día 2 de junio, en el transcurso de la Gala de la Cultura del Ayuntamiento de Oroso que se celebrará a las 20:30 h. en el Centro Cultural Fernando de Casas e Novoa.
Le agradecemos que confirme la recepción de la presente.
Reciba mi más codial enhorabuena".

Infelizmente, não poderei estar presente na noite de 2 de junho.
Até tentei mudar a data do bilhete aéreo adquirido no ano passado – em junho peregrinarei o Caminho Lebaniego –, mas a multa é simplesmente absurda: R$ 4.000, ou cerca de 1.400 euros. Uma pena. Mas ao final da minha peregrinação e após abraçar o Apóstolo em Compostela irei até Oroso para resgatar minha premiação e, claro, levar exemplares de "Juntos no Caminho".
Buen Camino!

#pedrasdocaminho

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Meu primeiro anjo no Caminho

Maria Camino, em 2009: "Buen Camino!"

Maria Camino (!) foi um anjo que conheci em minha primeira peregrinação pelo Caminho de Santiago. Foi em 2009. Era quase noite. Sozinho e cansado, cheguei a Saint Jean Pied de Port e andando lentamente me surpreendia com cada detalhe da emblemática cidade francesa, marco do Caminho Francês. Fotografava um gato na Rue de la Citadelle quando avistei a senhora franzina. Procurava um lugar para descansar e Maria Camino disse que alugava quartos em sua casa. Estávamos em frente a sua casa! Entrei, subi as escadas de madeira e gostei do ambiente acolhedor. Lá permaneci duas noites.
Na manhã daquele sábado, 6 de junho, após me servir um café reforçado, Maria Camino foi até a porta se despedir de mim e, como uma autêntica hospitaleira, me desejou “Buen Camino”. Foi a primeira vez que ouvi a saudação. Garoava. Receber aqueles votos era o ânimo que eu precisava para enfrentar a travessia dos Pirineus, considerada um dos trechos mais difíceis e também um dos mais belos do Caminho Real... Aquele ânimo me acompanhou por 800 quilômetros nos 29 dias que se seguiram até minha chegada à Catedral de Santiago de Compostela.
Hoje, meus amigos Eliete Faleiro e Nei Faleiro, que iniciam amanhã o Caminho Francês, me enviaram uma foto de meu anjo. Ela não teve certeza se ainda se lembrava de mim, disse a Eliete ao ver minha foto. Eu não te esqueço, dona Maria Camino, e reconheço a benção que representou nosso encontro! A vocês, queridos Eliete e Nei, ao agradecer o carinho e a tremenda emoção que me proporcionaram, repito a saudação ouvida há 7 anos e que me persegue em minha vida: Buen Camino!
www.pedrasdocaminhodesantiago.blogspot.com.br
#pedrasdocaminho

Maria Camino disse a Eliete Faleiro que talvez não se lembre de mim... Eu não te esqueço, minha inesquecível hospitaleira. Buen Camino!

O cartão de dona Maria Camino, meu anjo em Saint Jean Pied de Port, o primeiro de muitos anjos que tive a felicidade de encontrar em minhas peregrinações pelo Caminho de Santiago. Buen Camino!

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Convite à contemplação, à amizade e à vida!

Em minha exposição, o convite para cada um dos presentes se inspirar, se descobrir e descobrir os mistérios do Caminho de Santiago

Grande parceiro no lançamento de “Juntos no Caminho de Santiago, as pedras do Caminho Inglês”, o amigo jornalista Nelson Tucci preparou texto, publicado na edição de abril do jornal Perspectiva, que reproduzo abaixo. Amigo, mais uma vez agradeço seu delicado carinho e extrema competência. Na sequência, as fotos do evento, clicadas por Bruno Scarpa (tem uma do Joaquim Ordonez!) que também estão na edição de abril e no site do jornal em www.jornalperspectiva.com.br Buen Camino!

Nelson Tucci

Em algumas culturas, como a sul-africana, a chuva significa que os deuses estão te recebendo e abrindo as portas do céu. Pois foi com chuva que inúmeros amigos foram recepcionados em Santos, no sábado, 22 de abril – dia em que a historiografia oficial comemora o Descobrimento do Brasil. O encontro foi com Luiz Carlos Ferraz, editor do Perspectiva, e que, além de jornalista, se revela escritor e especialista nas coisas de Santiago de Compostela. A todos, em analogia à data, Ferraz convidou que cada um fizesse o seu descobrimento.
“Juntos, no Caminho de Santiago, As Pedras do Caminho Inglês” é mais uma obra, a sétima, do obstinado peregrino que busca incessantemente o encontro, um encontro dele com Deus – que, afinal, habita em cada um de nós –, democratizando um convite para que cada um se encontre consigo mesmo, fazendo explodir a centelha de um Ser mais harmonioso.
Enquanto nos provoca e induz à reflexão, o peregrino santista nos brinda com pequenas e inquietantes histórias, muitas vezes submersas no imenso legado cultural ocidental. Estarmos “Juntos no Caminho” é um privilégio que o jornalista divide com quantos estejam dispostos a se inspirar.
A centenária Igreja Anglicana de Santos, que tem como pároco o reverendo Leandro Antunes Campos, abriu as portas para o evento que amalgamou amizade, história, reflexão, viagem... Uma viagem ao longo de mil anos que o músico Wilson Melo nos incitou a fazer ao som da gaita primitiva galega. Viagem recheada de estórias e de muita História, entremeada com guerras medievais, reis anglicanos – Henrique VIII, entre estes – e, sobretudo, de contemplação.
Uma contemplação à vida que o escritor nos permitiu. Ao amigo Luiz, e a Sandra, sua fiel escudeira e companheira de tantas jornadas, o muito obrigado pela oportunidade de sentir a vida pulsando neste espaço-tempo que ocupamos.

Sandra relatou emoções de sua primeira peregrinação a Compostela

Reverendo Leandro Antunes Campos fez oração a Santiago: “(...) que tua Igreja se dedique continuamente à oração e à reconciliação de todos quantos estejam em discórdia e inimizade (...)”

Wilson Melo: peças medievais com sua gaita galega













Edson Gusmão

Durval Capp e Walkyria




Leda Maria Fonseca










Flávio Martins Zanin
Família Duppre, Hugo, Juliana e Victória




Cláudia Viana




Aciole Ferreira e
Cláudia










Tania Grizzi e
seu amado






Cristina Cavaleiro






João dos Santos


Valdemir “Tostex”

Nelson Tucci, que trouxe o filhão, e Maria Helena Domingues






Carmen Lúcia e a neta
Afonso Ferreira
















Regina Fornos



Isabel Randolph

Delton Menezes




Joaquim Ordonez







Sandra Netto e
Alzira Rodrigues
Sandra Netto, Pérsio de Abreu Cracel e esposa





Roberto Luiz
Barroso



Renato Martins Paes
e esposa

Fernando Palladini trouxe a Mamis

Valéria Monteiro


Paulo Mauá e Eduardo Ribeiro Filetti

Ana Beatriz e Ariomar Ferreira






George Peel

Leda Mendes Mondin e Sandra Netto

Diego Puline Fernandes e Matheus Puline Cabral


Luiz Carlos com
Luiz Carlos

Sandra Netto e Andreia
Puline dos Santos











Sandra Netto e Adriana Puline dos Santos





Leandro Ayres





Angela Gesteira, Sandra Netto e Guaraci Ferreira
Ronaldo Araújo




Walter Ferraz e Tatiana Puline dos Santos com filhos






Sandra Netto, Alda e Rev. Leandro Antunes Campos